segunda-feira, 26 de junho de 2017

Decepção

Me disseram pra eu fazer um blog.
Eu disse que já tinha...

Você me decepcionou pra caralho.
Era minha deusa. Meu raio de sol. Minha bengala pra sair andando pela manhã (tarde).
A primeira pessoa na qual não tive medo de dizer "eu te amo", sem medo de ser mentira.
Você apareceu por acaso, e desde o início lutei por ti.
Hoje, talvez, eu faria tudo igual. Eu ainda te amo muito. Mas você me decepcionou.
Estive contigo em tantos momentos...
Passamos por poucas e boas, não?
Você retribuía o que eu dizia, como todos.
"Eu também nunca te deixarei"
"Você é um idiota kk"
"Obrigado, Dani"

Nesses momentos eu acreditei. Foi quando você derrubou quase todas as barreiras de dentro de mim. Então eu voltei a ser um pouco eu. Foi gradativo, e até uns dias atrás eu ainda era intensivamente exagerado. Jogado aos pés de todos.
Mas você me deixou.
Eu achei que era o fim do mundo, e era mesmo. Você, o meu universo, havia ido embora.
Eu pensei que não ia suportar viver sem ti. Não pude nem ouvir sua voz e sentir teu toque. Mas estou aqui.
Eu nunca deixarei de te amar, e lutar por ti. "N" que o diga...
Mas, no fim, talvez eu preferisse realmente que tivesse sido o fim do mundo.

domingo, 25 de junho de 2017

Carta

Já que é demorado pra vc ficar online, acho que uma carta é mais simples.

Te conheci por acaso, num boa noite, e me lembro até hoje. Maldita memória fotográfica!
Esses dois anos foram difíceis, mas ao mesmo tempo maravilhosos, pois você estava comigo.
Quando me dei conta de que tinha te perdido, meu mundo veio abaixo. Eu te amo tanto, e nunca mudará.
Todos aqueles abraços onde nós chorávamos, e aquela brincadeira de sermos irmãos, faziam dos meus dias animados, mesmo que o dia estivesse uma bosta.
Te perder dói. Mas acho que dessa vez aprendi a me bastar.
Ir pra tão longe te ver, nunca me arrependi.
Eu vou perder a maioria das memórias sobre nós, mas ook. Você não tá guardada na memória física.
Queria tanto que você não desistisse de mim. Tô cansado. É um pesadelo.
Espero mesmo que seja feliz com seus "novos" amigos, e esse seu amadurecimento, que implorei pra não acontecer.
Difícil ser um adulto com um emocional de criança.
Eu vou dormir, pq já tô sem ideia do que te falar. Mas eu volto.

Abandono

Depois de um tempo eu voltei.
Me inspirei em uma "tour", que me fez pensar. Senti vontade de dizer algo pra cada pessoa que me abandonou até hoje. Então serão vários textos, durante vários dias, e espero que eu não largue. Vamos lá.

Esse é o texto básico que me inspirou a todos os próximos.

Eu ainda te amo. Eu sei que você acredita, pq eu dizia isso sobre eles, e depois chorava.
Você não vai ler isso, mas eu queria dizer.
Te conhecer foi louco, e te perder tá sendo mais ainda. Mas você nunca me perderá.
Todos os momentos que passamos juntos, cada lágrima que derrubei por ti, não me arrependo, nem nunca. Te abraçar é magnífico, e ao mesmo tempo que me da forças, me tira todas as outras.
Sinto muito se eu não sou mais o suficiente pra você, nem vice versa. Mas eu gostaria que você soubesse que eu nunca menti pra você.
Agora vou escrever as baboseiras, e me inspirar em ti, e outras pessoas...

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Mudança

Eu sei que eu sumi. Desculpa.
Sou péssimo em continuar as coisas, vivo largando pela metade.
Cansei de tentar escrever super certo, não sou um gênio.

Primeiramente queria dizer que preciso muito morar sozinho.
Parece que eu consegui um emprego finalmente.
Já vou começar a fazer planos para o fim do ano. Quero me mudar pra um lugar onde eu viva sozinho, e não informar ninguém da minha "família" aonde tô morando.
Como as pessoas são ingratas, não é mesmo?
Além disso, são irresponsáveis.
Acham que fazer filho é brincadeira. Que quando ele for maior de idade é só jogar ele porta a fora que ele se vira.
E ainda nem agradecem pelo que nós, filhos, fazemos por eles antes de eles nos jogarem fora.
Preferia mil vezes não ter nascido do que viver com essa gente podre, com um caráter pior do que o pior dos vilões de filmes e séries de tv.
Vou trabalhar, sim. Vou ajudar um pouco em casa, sim. Mas vou começar a minha mudança.
Vou pagar minhas dúvidas, arrumar minha conta bancária e comprar um celular.
Depois eu vou procurar um lugar pra morar, incansavelmente, e ninguém vai ficar sabendo.
Vou comprar móveis novos também e abastecer o lugar.
E assim que eu puder vou sumir da vida deles, como se eu nunca tivesse entrado.
Se puder, vou até apagar os números dos meus amigos dos contatos deles.
Vou começar uma nova vida. Só eu e eu, como sempre deveria ter sido.
E vou tentar montar minha empresa, e claro, entrar numa faculdade.
Espero que minha vida agora vá pra frente. E que eu resolva meus problemas psicológicos. Tenho fé!
Até a próxima. Espero que eu já tenha novidades até lá.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Paciência

Primeiro que eu dormi o dia todo.
Senti uma onde forte de depressão chegando, e o cansaço do dia anterior tava mais forte que tudo, então dormi mesmo, sem pensar.
Quando acordei finalmente, fui direto ao computador.
Não quis abrir a página do sisu, porquê não estou tão animado como estaria há alguns anos. Mas descobri mais tarde que ele só abre amanhã.
Já não comecei bem quando o skype me avisou que era aniversário de uma pessoa bem desagradável hoje.
Mais tarde fui postar uma foto e veio um comentário de uma pessoa mais desagradável ainda.
É incrível como esse povo consegue estragar o meu dia facinho.
Há pouco tempo fui ler e me deparei com uma falta de atenção tremenda, o que me deixou mais frustrado ainda.
Minha memória ta cada vez pior, e minha mente cada vez mais degradada. Essas coisas acabam com a minha auto estima e me deixam cada vez mais desanimado.
Fui arrumar minha cama, trocar as capas e tudo mais. Foi então que me deparei com uma parte do lençol rasgado, e então comecei a dar ouvidos à minha SPA.
Aqueles pensamentos de que eu nunca consegui ter nada realmente bom de pertences na vida (entre outras coisas).
Desde pequeno minhas roupas nunca foram minhas de verdade, inclusive.
Espero uma máquina fotográfica, daquelas que eram super cotadas em torno de 2005, até hoje.
É tão desagradável quando você olha pra o que você tem e não consegue amar aquilo simplesmente porquê parece que não te pertence.

Ontem eu saí com meus amigos, e hoje até to melhor sobre os pensamentos negativos que entornam nessas saídas, mas ainda me sinto um peixe fora d'água.
Nunca fui o mais querido entre as rodas que eu fazia parte. Na verdade, sempre fui o menos querido.
Isso sempre acabou com o meu psicológico.
Eu sempre fui uma pessoa muito sozinha, e quando comecei a fazer amigos tentava agradar de muitas formas, pra fazer as pessoas gostarem de mim.
Nunca gostei de quando alguém tinha problemas comigo e sempre me chateava quando as pessoas me olhavam com desprezo ou qualquer tipo de olhar reprovador.
Sempre me dei bem com os mais velhos. Mas de tempos pra cá não me vejo mais tão feliz com isso.

Começou uma moda no facebook de correntes envolvendo melhores amigos e eu senti muita vontade de fazer até ontem.
Fui pensando e chegando a umas conclusões de que não daria certo.
Não vejo mais ninguém como meu melhor amigo e isso também mexe muito com o meu psicológico.
Meu sonho é ter uma pessoa que eu possa considerar como um irmão ou irmã que não seja de sangue, e que seja muito mais importante do que qualquer outra coisa na minha vida.

Achei que ia gostar de escrever pelo computador, mas no fim entendi que me sinto mais a vontade no celular.
Também não estou nos meus melhores dias pra escrever. Ultimamente a unica coisa que quero fazer é dormir, se não eu fico depressivo todo o tempo que sobra.
Até mais.

domingo, 22 de janeiro de 2017

Menino

Acordei bem cedo, e pra variar eu fiquei esperando horas os meus amigos chegarem onde combinamos de nos encontrar.
O dia até que foi divertido. Apesar que eu quase nunca consigo agradar meus amigos com minhas músicas né.
Subi a paulista de ônibus. Não agüento mais subir aquilo tudo a pé.
Cada vez me vejo mais "sedentário", e isso é horrível, porquê eu não consigo fazer um monte de coisa que fazia normalmente antes.
Minha memória é outra coisa que tá péssima, e isso me frustra pra caramba.
Mas pelo menos na volta, voltei acompanhado de uma amiga, e foi gostoso. Nunca voltava com ninguém, foi bem diferente. Pena que foi tipo a última vez.
O que me deixa chateado é aquele negócio de não me encaixar de novo.
Parece que eu nunca consigo entrar nos grupinhos que gosto, nem criar novos do meu jeito.
As vezes não suporto a ideia de que talvez eu não tenha sido feito pra isso. Que talvez eu deva ficar sozinho sempre, ou sempre no canto, ou na parte de trás quando a calçada é muito pequena.

Outra coisa que me deixou bem mal foi quando cheguei aqui e um menininho me cumprimentou e disse "não desce mais né". Como vou explicar pra ele que na última vez que desci fui suspeito de ser um pedofilo (que, diga-se de passagem, o efeito é bem pior em mim), por andar com eles?

Agora o que me resta é um pouco de esperanças pra abertura do sisu. Mas, na real, tô bem desanimado com isso.

E ainda tava repensando um pouco nas pessoas que eu já gostei, e decidi que eu não tenho um bom gosto.
Além disso ainda fico com uma paranóia de achar outras pessoas que eu acho bonitas parecidas com gente que já gostei, ou algo do tipo, e vejo minhas chances de um futuro promissor desmoronarem.

Mas é isso. Basicamente mais um dia na vida de um depressivo esperando o psiquiatra.
Até.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Medo

As vezes eu não queria ser tão autocrítico.
Fico na minha SPA pensando em diversas maneiras de começar esse texto, mas nunca fico satisfeito.
Acho que é por isso que eu tenho problemas no psicológico.

O dia começou comigo não conseguindo dormir direito por conta do barulho que elas ficam fazendo fora do quarto.
Mas no fim eu acabei dormindo até muito tarde. Nesse ritmo fiquei sem vontade nenhuma de levantar da cama.
Mas eu levantei.
E tive que ouvir as músicas da minha mãe tocando, que me irritam pra caramba.
Aliás, ontem ela tava exaltando filhos dos outros né. Cara, como eu odeio isso. Essa mulher é mto ingrata.
Ainda acordei com uma dor de cabeça bem irritante, como sempre, na verdade.
Fiquei lembrando do dia que saí com minha irmã.
Quando o dia deu tudo errado, e na volta ainda ficou pior quando eu vi ele sentado no banco, na entrada do condomínio. Ele estava com algumas crianças, e eu fiquei mais puto ainda.
Como aquele outro cara pensou na possibilidade de eu estar abusando das crianças, e ele, o real abusador, ninguém suspeita?
Acho que aquilo era só pra eu me sentir mal mesmo, pra variar.
Acho que começou uma outra crise maravilhosa.

Já que nem vontade de levantar da cama eu tinha, provavelmente não vou fazer meus exercícios diários também.
Aliás, né, essa demora do meu corpo tomar forma me deixa cada vez mais frustrado.
Quando fiz academia, há alguns anos, desisti no segundo mês, porquê parecia que não tava tendo resultado. Até que o resultado apareceu um tempo depois.
Fico chateado também com o tanto de marcas que tenho no meu corpo, especialmente no rosto. Eu podia ter menos, né? Ter um rosto bonito, sem espinhas e outras coisas. Bem triste.
Outra coisa que me faz sentir mal sobre meu corpo é meu cabelo. Todos dizem ser lindo e tudo mais, mas eu não consigo me achar bonito desse jeito.
Minha barba nem pra crescer direito serve também. Olha a depressão.

Tava pensando se é bom eu ir amanhã sair com os amigos.
Aquele pensamento de não me encaixar na roda voltou. E eu não quero ficar me sentindo mal durante o tempo com eles, nem depois.
Tô bem confuso sobre isso.

Queria saber como as pessoas conseguem ser atualizadas em tantas redes sociais ao mesmo tempo. Eu mal consigo ter criatividade pra postar coisas diferentes no twitter e no facebook.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Insegurança

Fiquei pensando no que eu poderia escrever aqui hoje.
Apesar de eu ser procrastinador e quase nunca terminar as coisas, não queria deixar isso pela metade.
Eu comecei a fazer uma capa nova pro blog, apesar de dizer que não ia fazer muito pra personalizar ele.
Tive que parar a capa na metade porquê fui sair com a minha irmã.
Ainda tô bem chateado por conta do enem. Faz anos que eu tenho esperanças de entrar numa faculdade, e pelo visto não foi dessa vez novamente.
Mas pelo menos tô melhor sobre o lance de não me encaixar na roda.
Eu sei que eu sou inseguro em algumas coisas, mas é porquê eu quero que as pessoas gostem de mim. Não suporto que alguém tenha raiva de mim, me deixa extremamente chateado.
As vezes eu acho incrível como eu pego foco em alguma coisa e escrevo uma história inteira baseado em apenas aquela ideia. Isso me surpreende bastante.
Apesar que minhas histórias não são tão boas né.
As vezes eu queria fazer sucesso em algo, sei lá. Ficar conhecido. Mostrar um pouco de mim pro mundo e as pessoas gostarem daquilo. Talvez fazer alguma diferença em algo também. Desejo isso há bastante tempo já.
Eu as vezes queria ter conseguido um emprego. Tipo, quase sempre. Mas nunca vi algo tão impossível.
Queria adquirir uma independência, sabe?
E poder sair de casa, e ter dinheiro pra sair com meus amigos quando eu quiser.
As vezes fico frustrado de fazer tantos cursos e outras coisas e agora não consigo nenhum trabalho.

Cara, como o dia foi cansativo, mds.
Mas pelo menos encontrei uma amiga minha. Depois da gente se perder, pra variar.
Mas eu não diria que não estou acostumado. É normal pra essa família chegar atrasado e se perder. Eu sou meio que uma excessão. Raramente passo por isso quando estou sozinho.
Mas até que o dia foi bom.
O problema é que eu estou morto, e não sei nem se vou ler hoje.
Além disso, deixei um monte de coisas pra quando acordar. Duvido muito que irei lembrar, ou ter ânimo, mas ook.
Não temos muitas frustrações pra hoje. Até consegui fazer um cabeçalho legal pro blog. Tô orgulhoso de mim.
E tô cansado demais pra ter qualquer tipo de crise.
Digamos que hoje deu pro gasto.
Até a próxima.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

O início

Eu nunca pensei que ia apostar num blog (E escrever pelo celular, inclusive).
Tenho diversas redes sociais, mas eu não suporto mais.
Já fiz terapia, já procurei ajuda em músicas, já tentei escrever histórias, leio, vejo animes, séries, filmes, desabafo no twitter e facebook, procurei gente pra conversar, mas nem meus melhores amigos me dão consolo.
Agora o que me resta é esperar pra ser mandado a um psiquiatra e tratar minha depressão e outros problemas.
Mas no fim eu sou apenas uma pessoa comum. Não aparento ter nenhum problema e parece até que sou feliz.
Mas a bola da vez é meu encaixe na famosa roda.
Nunca me senti pertencente das rodas de amigos que eu fazia parte.
Tudo bem que eu comecei a fazer amigos há pouco tempo, e nem temos muito em comum. Mas será que isso é tão normal quanto nos fazem pensar?
Não posso colocar isso no twitter, por quê se não eles vão ler, e consequentemente perguntar se eu estou bem e bla bla bla.
Tô cansado desse povo desinteressado fingindo interesse. Tô cansado de sentimentalismo, de gente "boa", gente que supostamente se importa comigo.
Eu nem sei se alguém vai ler isso. Nem sei o por quê eu resolvi fazer mais um blog pra minha lista. Mas eu queria colocar isso pra fora, e não podia ser nas redes sociais, e eu tava cansado de fazer isso na frente do espelho.
Queria colocar meus pensamentos crus aqui nesse texto.
Chegar a conclusões nenhumas, ou até chegar, quem sabe?
Eu só achei que colocando isso pra fora eu ia conseguir dormir e acordar melhor no dia seguinte.
Por quê, convenhamos, nem sempre a gente tá tão bem quanto parece. E as pessoas fingem se importar, mas quando você começa a se abrir todo mundo foge de você.
Foi assim desde que eu comecei a fazer amigos na 8 série. As pessoas saiam andando fugindo de mim.
Hoje as coisas tão melhores, mas ainda assim eu me sinto fora de contexto. Parece que a minha presença, meus pensamentos e tals, não condizem, não fluem no meio daquele povo todo que eu chamo de amigos.
Eu só queria encontrar alguém que estivesse realmente disposto a me conhecer e não desistir de mim. Alguém que eu confiasse e não tivesse medo de me abandonar.
Não sei se seria bom um tratamento pros meus problemas psicológicos, mas as vezes eu gostaria de tomar remédios que desligariam meus sentimentos.
Parece que é isso que é ser "normal". Uma pessoa sem sentimentos, que não se importa, não se magoa, ou pelo menos supera fácil as coisas. Eu tô bem longe desse tipo de pessoa. Se tem uma coisa que eu não consigo fazer é superar algo tão fácil.
Tô perdendo toda a inspiração pra esse texto já. O sono tá batendo também.
Eu não sei se esse blog vai dar certo, mas vamos tentar né. Não pretendo ficar horas mexendo no layout como sempre faço também.
Enfim, até a próxima.